Um encontro sobre a culpa que pesa sem motivo, a sobrecarga que ninguém vê e o cuidado que você sempre adia, porque parece sobrar para todos, menos para você.
Você já sentiu culpa só por estar cansada?
Já desejou alguns minutos de silêncio para si e, logo depois, sentiu que estava sendo egoísta por querer?
Já teve a impressão de que, no meio de tantas demandas, foi perdendo um pouco de si mesma pelo caminho?
Já se cobrou para dar conta de tudo, para todos, o tempo inteiro. E quase nunca se perguntou quem dá conta de você?
Tem um tipo de cansaço que dormir não resolve. Ele não é do corpo. É de carregar, há tanto tempo, um cuidado que você oferece a todos e raramente recebe de volta.
Se você se identificou, este encontro é para você.
Para você que sente culpa quando para, como se descansar precisasse de permissão.
Para você que carrega uma sobrecarga que ninguém enxerga, porque aprendeu a não pesar para ninguém.
Para você que vive entre cobranças: as de fora e, principalmente, as de dentro.
Para você que, em algum momento, deixou de saber quem é debaixo de tantos papéis.
Para você que cuida da casa, dos filhos, do trabalho, de todos, e há tempos não reserva um espaço para si.
Para você que não precisa ser mãe para reconhecer esse peso: culpa e sobrecarga não pedem certidão.
De onde vem essa culpa que parece sua, mas raramente nasceu em você. Antes de afastá-la, vamos compreendê-la, porque o que se compreende deixa de mandar em silêncio.
O peso que muitas mulheres carregam sem nunca nomear. Aquilo que não aparece na lista de tarefas, mas drena por dentro e merece, enfim, ser dito em voz alta.
A maternidade e a feminilidade chegam com uma voz exigente. Vamos olhar para ela: o que é cobrança do mundo e o que é cobrança que você passou a fazer a si mesma.
Você sustenta tantas pessoas. Por que cuidar de si não é egoísmo: é o que torna possível continuar cuidando, sem se perder no caminho.
Existe uma mulher anterior a todos os papéis que você aprendeu a desempenhar. Um espaço para reencontrá-la, não a sua versão resumida, a inteira.
Não é fórmula nem promessa de cura. É o começo de um outro olhar, e ele cabe numa noite.
Bianca Assis é psicanalista. Há anos escuta mulheres que chegam exaustas de se explicar e cansadas de soluções rápidas que não tocam o fundo. O trabalho dela nasce de uma convicção simples: sofrimento não se administra à força nem se silencia com dicas. Sofrimento se compreende, e o que se compreende, a gente reescreve.
Sua prática é a psicanálise integrativa: a escuta profunda da psicanálise reunida ao cuidado com a pessoa inteira, mente, corpo e emoção. Sem misticismo, sem promessa de cura. Com método, escuta profunda e acolhimento firme. Esta aula é um convite para sentar com ela por uma noite e olhar, com calma, para uma pergunta que você quase nunca se faz.
Da dor à própria inteireza.
Relatos reais de pacientes, compartilhados com autorização e editados para preservar o sigilo. Por ética, nenhuma identidade é revelada: o mesmo cuidado que protege quem confia é o que você vai receber.
Ela conseguiu realizar comigo, em pouco tempo, uma mudança que nenhuma terapia tinha conseguido, e eu já tinha passado por várias. Tem uma maneira diferente de abordar, de orientar, de explicar. Sou muito grata pela dedicação comigo.
— Relato de paciente em acompanhamentoDepois que comecei a terapia, não tive mais aquelas crises de autoestima. Parei de me comparar. Hoje, quando noto algo em mim, já consigo enxergar o que posso fazer, em vez de só me cobrar.
— Mulher em processo de reconstruçãoHoje encontrei uma foto de quando comecei o processo. Eu nem me olhava mais no espelho. Chorei, porque só agora consigo ver o quanto eu estava numa tristeza profunda. Gratidão por estar comigo nessa jornada e me ajudar a me encontrar de novo.
— Relato de paciente em acompanhamentoVocê chegou no meu pior momento e foi calmaria. Me mostrou tudo o que eu tenho de bom para oferecer a mim mesma. Hoje, com a sua ajuda, consigo me organizar com mais calma: a mente, as ações e as emoções.
— Mulher em acompanhamentoA terapia não está ajudando só a mim, mas a minha família também. Segunda-feira virou o dia mais esperado da semana.
— Relato de paciente em acompanhamentoUm encontro conduzido pela Bianca, ao vivo, em que você pode participar, ser ouvida e fazer parte da conversa, não só assistir.
Um material de apoio para levar com você o que mais tocou e reler com calma depois, para o encontro não terminar quando a tela apaga.
Um espaço reservado com as outras participantes, para acolher o que ficou e seguir em companhia, porque reconstrução não se faz sozinha.
Aula ao vivo · material · grupo da turma
Não é sobre dar conta de mais uma coisa. É o contrário: uma noite para parar, respirar e olhar com cuidado para alguém que você costuma deixar por último. Você não precisa chegar com as palavras certas, nem ter resolvido nada. Só precisa reservar esse espaço.
Ao final da aula, para quem quiser seguir aprofundando essa jornada, haverá um convite especial, sem qualquer obrigação. A aula vale por si.
Quero participarA aula acontece ao vivo. É ali que mora o encontro: você poderá participar, ser ouvida e fazer parte da conversa. Ao se inscrever, você recebe o link de acesso e as orientações por e-mail e WhatsApp, e garante sua vaga.
Sua inscrição inclui a aula ao vivo de 1h30, o material da aula para reler com calma depois e o acesso ao grupo da turma com as outras participantes.
O investimento é de R$ 64,90. Ao clicar em garantir sua vaga, você vai para o nosso checkout seguro, onde conclui a inscrição e o pagamento em poucos minutos. Confirmado o pagamento, você recebe o acesso e as orientações por e-mail. Ficou com alguma dúvida antes de decidir? É só chamar no WhatsApp.
Sim. A maternidade aprofunda muitas dessas questões, mas culpa, sobrecarga e cobrança não são exclusivas de quem é mãe. Se você reconhece o peso de cuidar de todos e quase nunca de si, este encontro foi pensado também para você.
Após a inscrição, você recebe o link de acesso e o passo a passo por e-mail e WhatsApp. No dia, basta clicar no link no horário combinado, do seu próprio espaço, de onde você estiver.
São. O encontro é propositalmente pequeno, para que a conversa seja acolhedora e participativa, e isso só é possível com um número reduzido de pessoas. Quando as vagas se encerrarem, as inscrições serão fechadas.